sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Anjo do dia 02/10- Hahasiah- Deus sobrenatural-25/02- 09/05- 21/07 14/12-

Missão; É aquilo que vc trás de outras vidas.
Missão;  Emite vibrações sublimes de natureza Divina. Imprime qualidades como forte intuição, dons premonitórios, espirito de conciliação, dotes artísticos e fortalece a humildade. Planeta correspondente; Lua. Hora da visita que seu Anjo faz na terra; 16h40ás16h59. Salmo; 103. Numero da sorte; 1 Dia da semana; segunda-feira. Nome do Anjo em letras hebraicas- he/ he/ shin/ yod/ he. Nome do Anjo em números; 5/ 5/ 21/ 10/5. Carta do taro. A roda da fortuna. Mês da mudança propicia para o seu lado pessoal/profissional. Outubro. Exerce domínio sobre os Barsiens 11. Este anjo ajuda a elevar a alma a Deus, contemplar as coisas Divina e descobrir todos os mistérios através da consciência e inteligência. Quem nasce sob esta influencia amará todas as ciências e sentira um interesse especial em conhecer as propriedade e atributos dos animais, vegetais e minerais. Será puro, criativo, conduzindo sua vida com harmonia, através da enorme luz de proteção que há em seu coração. Estudioso, aprenderá os caminhos utilizando-se da sua aguçada, intuição, entendendo a ordem Divina nas estruturas humanas. Mago, grande sacerdote das ciências esotéricas, onde obterá prestigio e autoridade para ministrar cursos ou palestras. Trabalha para encontrar a paz entre pessoas. Sabe que quando esta passando por uma dificuldade, isto nada mais é que um meio para ter acesso á divindade interna e externa. Tem gostos  simples, amante da natureza, está sempre atento aos pequenos detalhes com; romantismo, pintura, musica, perfumes. O fascínio de seu lado poético flui de modo simples. Uma carta ou desenho de um simples coração já poderia ser a manifestação sublime de seu Anjo guardião. Terá muitas revelações aprendendo de forma iniciática suas leituras espiritualizadas. Será o próprio " Templo do mistérios " sua consciência, seu sacerdote, construindo assim, a realização da verdade de Deus na terra.





" - Dona Jacinta,  não tenho nenhuma duvida especifica para tirar, e sim uma curiosidade pessoal, vejo que a senhora publica varias matérias com temas diversos, que atribuo que sejam respectivos a varias religiões. Já li matéria Espirita, Católica, Evangélica,  Judaica. e etc. Que religião a senhora pertence?  Moro na gávea ( Rio de Janeiro ) sou psicólogo de uma empresa de construção. tenho 62 anos, e não tenho uma religião especifica.

" - Gostaria de responder  que hoje pertenço a todas as religiões do planeta, que respeitam a Deus e aos homens. Nasci na religião Católica Apostólica Romana. Fui criada nela, e me orgulho disso. Porem, quando atingi a maioridade comecei a buscar outros conhecimentos, de religiões que não a minha. Minha avó materna era adventista do sétimo dia, e não sabia ler ou escrever, portanto eu e minha irmã mais velha nos revesávamos  para esta incumbência, liamos a bíblia antes das seis horas da tarde, e ficávamos muito feliz em poder fazer isso. Quando adulta visitei varias outras religiões, e sempre me sentia muito bem. Frequentei um período, a religião espirita que tenho grande apreço pelo que aprendi, e conheci pessoas maravilhosas com uma postura inimaginável pela conduta mostrada pelas atitudes que essas pessoas tem com o ser humano. A caridade e a bondade e respeito é o lema principal. Quando iniciei o meu aprendizado sobre os Anjos percebi que realmente todas as religiões pertence a Deus todo poderoso, e não podemos nos identificar como a minha religião é a certa, ou a do outro esta errada. Nosso Deus é único e criador de tudo. Si hoje tenho que ir ao um templo budista, ou em um centro espirita,  em uma sinagoga, não faz nenhuma diferença para o meu intimo, porque estou indo visitar a casa de Deus. Como um bom exemplo, no dia 12/ de Setembro fui madrinha de um casamento que os noivos são evangélicos, participei da cerimonia e me senti muito a vontade e feliz, achando muito linda a celebração e comovente. Vou continuar assim, porque me sinto melhor, e afirmo que onde o Espirito Santo si manifestar e tenho conhecimento vou publicar. Todas as religiões do planeta creem que os Anjos são os carteiros Divinos. e que nos guarda, portanto somos todos filhos de Deus. E Ele sempre vai ouvir nossas suplicas, independente que religião pertencemos. 




Os anjos em outras tradições.

Judaísmo.

Anjo (em hebraico: מַלְאָךְ‎, malach, "mensageiro") é um ente no mor das vezes espiritual que serve de elo transmissor entre o homem e o Criador. Sua existência é denotada em vários trechos da Bíblia hebraica e em diversos textos da literatura rabínica e do folclore judaico. Alguns anjos são citados por nome, até mencionados em excertos da liturgia religiosa, e também servem de protetores da humanidades e das pessoas individualmente. São entes inteligentes mas vinculados e dependentes do poder Divino, que podem assumir diversos tipos de tarefas, que, aos olhos humanos, podem ser boas ou más.

Budismo e hinduísmo.

Budismo e o Hinduísmo descrevem os anjos, ou devas, como os chamam, de maneira semelhante às outras religiões ocidentais. Seu nome deriva da raiz sânscrita div, que significa "brilhar", e seu nome significa, então, os "seres brilhantes" ou "auto-luminosos". Dizem que alguns deles comem e bebem, e podem construir formas ilusórias para poderem se manifestar em planos de existência diferentes dos seus próprios. O Budismo estabelece uma categorização bastante completa para os seus devas, em grande parte herdada da tradição hinduísta.

Islamismo.


Sultão Muhammad: A Mi'raj, ou Ascensão de Maomé, rodeado de anjos. Iluminura, c. 1650
angelologia islâmica é largamente devedora às tradições do zoroastrianismo, do judaísmo e do cristianismo primitivo, e divide os anjos em dois partidos principais, os bons, fiéis a Deus, e os maus, cujo chefe é Iblis ou Ash-Shaytan, privados da graça divina por terem se recusado a prestar homenagens a Adão..[13]
Por outro lado, existe também no Islamismo uma categorização hierárquica. Em primeiro lugar estão os quatro Tronos de Deus, com formas de leão, touro, águia e homem. Em seqüência, vêm o querubim, e logo os quatro arcanjos: Jibril ou Jabra'il, o revelador, intermediário entre Deus e os profetas e constante auxiliador de MaoméMikal ou Mika'il, o provedor, citado apenas uma vez no Corão (2:98) e quem, segundo a tradição, ficou tão horrorizado com a visão do inferno quando este foi criado que jamais pôde falar de novo; Izrail, o anjo da morte, uma criatura espantosa de dimensões cósmicas, quatro mil asas e um corpo formado de tantos olhos e línguas quantas são as pessoas da Terra, que se posta com um pé no sétimo céu e outro no limite entre o paraíso e o inferno; e Israfil, o anjo do julgamento, aquele que tocará a trombeta no Juízo Final; tem um corpo cheio de pelos e feitos de inumeráveis línguas e bocas, quatro asas e uma estatura que vai desde o trono de Deus até o sétimo céu.[14] Por fim, os demais anjos. Como uma classe à parte estão os gênios, ou djins, que possuem muitas características humanas, como a capacidade de se alimentar, propagar a espécie, e morrer, e cujo caráter é ambíguo.[15]

Espiritismo.

Espiritismo faz uma descrição em muito semelhante à judaico-cristã, considerando-os seres perfeitos que atuam como mensageiros dos planos superiores, sem, no entanto, tentar atribuir forma ou aparência a tais seres: seria apenas uma visão de suas formas morais. A diferença da visão espírita se faz apenas pelo raciocínio de que Deus, sendo soberanamente justo e bom (atributos que seguem-lhe a perfeição, ou seja, Deus não precisa evoluir, já é e sempre foi perfeito e imutável), não os teria criado perfeitos, pois isso seria creditar a Deus a capacidade de ser injusto, face à necessidade que os homens enfrentam de experimentação sucessiva para aperfeiçoarem-se. O Espiritismo apresenta a visão de que tais seres angélicos, independente de suas hierarquias celestiais, estão nesse ponto evolutivo por mérito próprio, são espíritos santificados e livres da interferência da matéria pelas próprias escolhas que fizeram no sentido evolutivo e de renúncia de si mesmos ao longo do tempo, sendo facultado também aos homens atuais - ainda muito materializados - atingirem, através de seus esforços morais e intelectuais nas múltiplas reencarnações, tais pontos de perfeição[16] .
Segundo Allan Kardec, os anjos seriam os espíritos elevados de benignidade superior que são protetores dos necessitados e mensageiros do amor.[17] Seriam, portanto, aqueles que trazem mensagens do mundo incorpóreo. Por este motivo seriam chamados de anjos, palavra que significa mensageiros, os quais aparecem inúmeras vezes nos textos sagrados de religiões judaico-cristãs, indicando a comunicabilidade entre vivos e mortos. Ainda segundo o Espiritismo, os anjos, em sua concepção mais comumente conhecida e aceita - criaturas perfeitas, a serviço direto de Deus - seriam os espíritos que já alcançaram a perfeição passível de ser alcançada pelas criaturas. Estes, ao fazê-lo, passariam a dedicar a sua existência a fazer cumprir a vontade de Deus na Criação, por serem capazes de compreendê-la completamente.
Entretanto, a alma, qual criança, é inexperiente nas primeiras fases da existência, e daí o ser falível. Não lhe dá Deus essa experiência, mas dá-lhe meios de adquiri-la. Assim, um passo em falso na senda do mal é um atraso para a alma, que, sofrendo-lhe as conseqüências, aprende à sua custa o que importa evitar. Deste modo, pouco a pouco, se desenvolve, aperfeiçoa e adianta na hierarquia espiritual até ao estado de puro Espírito ou anjo. Os anjos são, pois, as almas dos homens chegados ao grau de perfeição que a criatura comporta, fruindo em sua plenitude a prometida felicidade. Antes, porém, de atingir o grau supremo, gozam de felicidade relativa ao seu adiantamento, felicidade que consiste, não na ociosidade, mas nas funções que a Deus apraz confiar-lhes, e por cujo desempenho se sentem ditosas, tendo ainda nele um meio de progresso.[18]
De toda a eternidade tem havido, pois, puros espíritos ou anjos; mas, como a sua existência humana se passou num infinito passado, eis que os supomos como se tivessem sido sempre anjos de todos os tempos. Realiza-se assim a grande lei de unidade da Criação; Deus nunca esteve inativo e sempre teve puros Espíritos, experimentados e esclarecidos, para transmissão de suas ordens e direção do Universo, desde o governo dos mundos até os mais ínfimos detalhes. Tampouco teve Deus necessidade de criar seres privilegiados, isentos de obrigações; todos, antigos e novos, adquiriram suas posições na luta e por mérito próprio; todos, enfim, são filhos de suas obras.

Teosofia.


Anatomia esquemática do anjo patrono do santuário de BorobudurJava, segundo indicações do teosofista Geoffrey Hodson em seu livro O Reino dos Deuses. Sua forma é na verdade esférica, com feixes de luz irradiante, e aqui se mostra em corte. Os círculos regulares concêntricos de sua aura indicam sua avançada evolução. Muitos detalhes foram omitidos
Teosofia admite a existência dos seres angélicos, e várias classes dentre eles, embora existam relativamente poucos estudos neste campo que as sistematizem profundamente, dos quais os de Charles Leadbeater e sobretudo Geoffrey Hodson são as fontes mais ricas e interessantes.
Charles Leadbeater diz que, sendo um dos muitos reinos da criação divina, o reino angélico também está, como os outros, sujeito àevolução, e que existem grandes diferenças em poder, sabedoria, amor e inteligência entre seus integrantes. Pelo mesmo motivo, o de constituírem um reino independente, com interesses e metas próprias, diz que os anjos não existem mormente em função dos homens e seus problemas, como reza a cultura popular, apesar de assistí-los de uma variedade imensa de formas, como por exemplo na ministração dos sacramentos das igrejas, na cura espiritual e corporal dos seres humanos, e na sua inspiração, encorajamento, proteção e instrução.[19] [20] Mesmo que o reino angélico como um todo esteja envolvido em muitas tarefas que não dizem respeito ao homem, Leadbeater afirma em A Ciência dos Sacramentos que existe uma classe deles especialmente associada aos seres humanos, a dos anjos da guarda, na verdade uma espécie de silfos, à qual se confia uma pessoa por ocasião de seubatismo, e que por seu serviço conquistam a individualização, tornando-se serafins.[21]
Os anjos são descritos por Hodson como tendo uma atitude em relação a Deus completamente diversa da humana, não concebendo uma existência personalizada individual, mas sim uma consciência única central e ao mesmo tempo difusa e onipresente, de onde suas próprias consciências derivam e à qual estão inextrincavelmente ligadas. Sentem-se unidos a esta consciência e para eles não é possível, exatamente por esta unidade, experimentarem egoísmo, separatividade, desejo, possessividade, ódiomedo, revolta ou amargura. Apesar de serem essencialmente seres amorosos, seu amor é impessoal, sendo extremamente raras associações estreitas com quaisquer indivíduos. Em seus estudos Hudson os divide em quatro tipos principais, associados aos quatro elementos da filosofia antiga: terra, água, fogo e ar.
Hudson faz também uma associação dos anjos com a Árvore Sefirotal, derivada da tradição Cabalística, definindo dez ordens. Afirma que um dos aspectos do Logos é de natureza angélica e acrescenta que ao reino angélico pertencem os chamados espíritos da natureza. Muitos destas classes estão envolvidos em processos naturais básicos como a formação celular e cristalização mineral, sendo por isso de dimensões microscópicas, constituindo os primeiros degraus da sua longa evolução em direção aos anjos planetários e formas ainda mais grandiosas como os grandes arcanjos solares, de estatura verdadeiramente colossal, a ponto de poderem ser percebidos de pontos próximos à extremidade externa do sistema solar. Outros tipos são os silfos, as salamandras, as fadasdríadesondinas e os variados espíritos da natureza conhecidos desde a antiguidade em várias culturas. Suas descrições dão uma vívida ideia da importância destes seres na manutenção da ordem cósmica e na manifestação do universo desde sua origem insondável até as formas físicas, passando por todos os degraus intermédios. Em seu livro O Reino dos Deuses oferece uma série de ilustrações do aspecto dos vários tipos de anjos, diferindo radicalmente das tradicionais representações angélicas da cultura ocidental, e diz que apesar disso ambos, anjo e homem, derivam suas formas de um mesmo arquétipo.[22] [23] [24]

Na Literatura.

Pouco espaço foi ocupado pelo anjo na modernidade, sobrevivendo na literatura por meio do culto dos jovens. No entanto, perdeu seu significado original e assumiu outro: um ser romântico que muitas vezes foi "amaldiçoado" ao se apaixonar por uma humana, as histórias mais recentes são a dos livros "Fallen" (com direitos comprados pela Disney) que é o primeiro volume da saga composta por Tormenta, Paixão e Rapture. Também é famosa a saga "Hush Hush", composta por Sussurro, Crescendo e Silêncio. Já "Halo" trata de um amor que ultrapassa as barreiras do céu e do inferno". A saga "Os Instrumentos Mortais", também tem a temática sobre serafins, e seus descendentes na terra, os Caçadores de Sombras, que protegem os humanos de demônios.



Fonte; Conheça seu Anjo; EDT. Nova Cultural.
Fonte;  Wikipédia enciclopédia livre.
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Fonte; Conheça seu Anjo; EDT. Nova Cultural.
Fonte; Salmo e Anjos; EDT. Pensamento.
Fonte; ossegredorosario.blogspot.