segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Anjo do dia 09/02- Chavakiah- Deus que proporciona felicidade. 23/04- 05/07- 16/09- 28/11-


Missão; Traz á harmonia e a conciliação. Proporciona características de elegância, de harmonia, de espirito pacificador, de senso prático, de retidão de caráter. Planeta correspondente; Mércurio. Hora que seu anjo faz visitas na terra. 11h20ás11h39. Salmo. 114. Versículo. 1. A vela preferida para as suas orações é a branca. Sua pedra da sorte é o jaspe, e seu incenso é o alecrim. Nome do anjo em letras hebraicas; khaf/ vau/ qof/ yod/ he. Nome do anjo em numeros; 11/ 6/ 19/ 10/ 5. Carta do taro os enamorados. Mês d mudança favorável para á sua vida profissional/pessoal. Junho. Exerce domínio sobre a Angola. Este anjo é invocado para estar bem com todos, para eliminar as forças das pessoas que querem defender e para ajudar na reconciliação dos esposos. Domina os tratamentos, os herdeiros e as patilhas de forma amigável. Mantem a paz e a harmonia entre as famílias. Quem nasce sob esta influencia, será um grande colaborador para o bem social, vezes, a causa até do sacrifício de interesses pessoas. Amará viver em paz com todos e ver as pessoas reconciliadas. sua moral estrá sempre sob um rígido controle, podendo até mesmo suprimir seus sentimentos. Mente prática, capacidade para tomar sábias decisões. Sempre atento aos detalhes, falará de maneira agradável e discreta, jamais utilizando a força para fazer entender. Seu bem estar  emocional, dependerá da aprovação dos demais no convívio  social. Terá riqueza e ajudara a promover assuntos referentes á medicina e á espiritualidade. Seu trabalho diário será árduo, cheio de novidades, devendo ter cuidado para não austero e exigente demais consigo próprio. Terá imensa aversão atitudes extravagantes ou escândalos sociais. Provavelmente será fisicamente atraente e não se preocupara em encontrar sua alma gêmea. 

VI. Os Namorados (Os Enamorados ou Os Amantes)
O Arcano da Iniciação, da Castidade e do Livre arbítrio
Compilação de 
Constantino K. Riemma
Os Enamorados - Tarô de Marselha restaurado por Camoin Jodorowsky
Os Enamorados
Tarô Marselha Camoin
Um homem, entre duas mulheres, é visado por uma flecha que parece pronta para ser disparada por um anjo, Cupido, à frente de um disco solar.
O homem, no centro do grupo, olha para a mulher da esquerda. Ele tem cabelos louros, as pernas descobertas, e sua vestimenta é uma túnica de listas verticais, com um cinto amarelo, sobre o qual se apoia a sua mão direita.
A mulher da direita, com os cabelos louros soltos sobre os ombros, tem um rosto jovem, fino. A mão esquerda está pousada sobre o peito do homem. Já o seu braço direito, conforme é muitas vezes descrito, aponta para baixo, de modo que seus braços parecem cruzados. Mas esse braço a altura de seu ventre pode, também, ser descrito como sendo do homem.
A outra mulher, a da esquerda, está representada de costas, mas o rosto aparece de perfil. Tem cabelos que escapam livremente de um curioso chapéu. Dirige a mão direita para a terra e pousa a esquerda sobre o ombro do jovem.
O anjo, de cabelos louros e asas azuis, segura uma flecha branca com uma das mãos enquanto com a outra segura um arco da mesma cor.
Do disco solar surgem 24 raios pontiagudos, um dos quais é superposto pela asa do anjo.
Significados simbólicos
Envolvimento afetivo, disposição amorosa, sentimentos.
Matrimônio, ligação, união. Integração de ambos os sexos ao poder gerador do universo.
Livre arbítrio, escolha. Maioridade. Prova.
Encadeamento, combinação, equilíbrio, enredo, abraço. Luta, antagonismo.
Interpretações usuais na cartomancia
Decisão, escolha por vontade própria. Votos, aspirações, desejos. Exame, deliberações, responsabilidades. Afetos.
É a carta da união e do matrimônio. Pode representar para os consulentes de ambos os sexos a iminência de uma escolha a ser realizada.
Mental: Amor pelas belas formas e pelas artes plásticas.
Emocional: Dedicação e sacrifícios.
Físico: Os desejos, o amor, o sacrifício pela pátria ou pelos ideais sociais, assim como todos os sentimentos manifestados fortemente no plano físico.
Desafios e sombra: Dúvida, indecisão, impotência. Má conduta, infidelidade, libertinagem. Debilidade, falta de prumo.
Os Enamorados no tarô Grigonneur
Os Enamorados no Tarô
Charles VI (1368-1422)
Ruptura, separação, divórcio, desordem. Prova a ser vivida. Tentações perigosas, risco de ser seduzido.
O detalhe dos braços da mulher
Nas descrições do tarô classico fica muitas vezes uma dúvida com relação ao braço na altura do ventre da mulher da direita. O braço é dela ou do homem que se encontra no centro da carta? De fato, nas xilogravuras antigas os traços não são nítidos e a avaliação dependerá em grande parte do modo como a estampa foi colorida, conforme poderá ser apreciado nos exemplos abaixo.
Detalhe do braço da mulher no tarô clássico
Da esquerda para a direita, tarôs de Jean Noblet (1650), Dodal (1710),
Marselha Grimaud (1760) e o retaurado por Kris Hadar (1995).
No tarô de Marselha da editora Grimaud (1760) as mangas brancas da mulher dão a entender que é dela o braço em questão, embora o perfil da mão só pudesse ser a do personagem masculino. Já no jogo restaurado em 1998 por Camoin e Jodorowsky (a primeira ilustração no alto da página), o homem e a mulher têm mangas azuis e, assim, a ambiguidade persiste. Apenas na versão do tarô de Marselha restaurado por Kris Hadar, o tarólogo altera o detalhe no encontro dos ombros dos dois personagens e faz com que a cor amarela da manga marque o braço como sendo do homem. Ou seja, como é comum na história das cartas, as questões persistem...
História e iconografia
Em vasos e quadros da época romana, encontra-se com frequência a imagem de um casal de namorados ante uma terceira pessoa ou elemento (em geral um Cupido).
O Arcano VI parece referir-se de forma alegórica a uma ideia diferente: a famosa parábola de Hércules na encruzilhada entre a Virtude e o Vicio, tal como conta Xenofonte nas suas lembranças de Sócrates. É bem provável que esta parábola – e suas variantes, como a de Luciano, o Jovem, disputado pela Arte e pela Ciência, entre as mais conhecidas– tenha sido popular na Idade Média, visto que é citada por vários autores dessa época (Cícero, noTratado dos Deveres; São Basílio, no seu Discurso aos Jovens).
A idéia fundamental deste tema – ou seja, a necessidade de escolha entre dois caminhos – encontra-se igualmente em muitas imagens cristãs. Pode-se citar como exemplo uma miniatura bizantina do século X, onde Davi está representado entre duas mulheres que simbolizam a Sabedoria e a Profecia: a pomba que pousa sobre a cabeça do rei lembra em muito o Cupido do Arcano VI.
A antiguidade desta parábola é indiscutível, mesmo que as suas representações gráficas mais remotas não tenham chegado até nos. Na vida de Apolônio de Tiana, narrada por Filostrates no final do século II, há uma curiosa passagem em que um sábio egípcio diz a Apolônio:
“Tu conheces, nos livros de imagens, a representação de Hércules em que ele, jovem, ainda não escolheu o seu caminho. O Vício e a Virtude o rodeiam, tentam atraí-lo, cada um o quer para si...”
O Rei Davi
Davi, entre a Sabedoria e a Profecia
É preciso remontar mais uma vez aos pitagóricos para encontrar o simbolismo gráfico do tema, representado entre eles pela letra Y, emblema da escolha vital que todo homem realiza no final da infância.
Os Namorados no Tarot de Oswald Wirth
Tarô de Oswald Wirth
O traço da metade inferior da letra Y representaria precisamente a infância, isenta de vícios ou virtudes; os braços que partem da bifurcação da letra representariam cada uma dessas tendências, enquanto que o ponto onde a bifurcação se produz seria o momento exato em que a puberdade se manifesta.
É comum encontrar nos manuscritos medievais esta referência à letra Y: “bifurcação, ou letra de Pitágoras”. Não é casual, assim, que alguns desenhos modernos do Tarô mencionem esta lâmina como A Dúvida ou A Prova.
Esse mesmo significado é mencionado no Antigo Testamento – no Deuteronômio, no primeiro dos Salmos, e mais explicitamente ainda em Jeremias. A ideia não reaparece no Novo Testamento, mas sim no começo dos Ensinamentos dos Doze Apóstolos, texto não canônico, presumivelmente composto por volta do século II: “Dois são os caminhos; um leva à Vida e outro à Morte”.
Uma interpretação totalmente diferente vê nessa estampa o ato do compromisso matrimonial dos noivos diante do sacerdote, ou seja, a cerimônia matrimônio enquanto sacramento.  É o caso de alguns dos
célebres pintores renascentistas – Rafael, Perugino – deram testemunho dessa cerimônia na vida da Virgem.
Wirth vê no Enamorado a primeira fase individual da trajetória iniciática, quando o homem terminou a sua formação, mas não começou ainda o seu trabalho.
Outra vertente de interpretação menciona o simbolismo sexual do “senário”, partindo do sentido literal do nome da Carta.
“Entre os pitagóricos – disse Clemente de Alexandria – o seis é um numero sexual, chamando-se por esta razão O Matrimônio”.
Nas analogias geométricas, o Enamorado se identifica ao selo de Salomão, ou seja, tem claro vínculo com cópula dos triângulos entrelaçados.
Do ponto do vista psicológico, é sem dúvida a metáfora mais transparente do caminho para a identidade, que apenas se realiza no conflito e no intercâmbio com o mundo e com os outros.








Selo de Salomão ou Estrela de Davi
Selo de Salomão

Uma magnífica aparição de Nossa Senhora na Venezuela – conheça Nossa Senhora de Coromoto.


Nossa Senhora de Coromoto
No ano de 1652, Nossa Senhora de Coromoto apareceu aos índios do mesmo nome.
Foi declarada Padroeira da Venezuela pelo Episcopado venezuelano no dia primeiro de maio de 1942. O papa Pio XII a declarou “Celeste e Principal Padroeira de toda a República da Venezuela” no dia 7 de outubro de 1944.
O Santuário Nacional está construído no local da aparição, perto da cidade de Guanare O Papa João Paulo II, em fevereiro de 1996, abençoou pessoalmente este Santuário.
Entre os índios que habitavam a região de Guanaguanare, havia um grupo conhecido como“Coromotos”. Quando chegaram os colonizadores espanhóis, os Coromotos se embrenharam na selva, montanhas e vales situados a noroeste da cidade de Guanare, nas fontes e margens dos rios Tucupido e Anos.
Os Coromotos moraram muito tempo nesses lugares distantes e sua memória foi sendo perdida, até que chegou o momento de sua conversão, graças a poderosa mediação da Santíssima Virgem.
A Aparição de Nossa Senhora
Um espanhol honrado e bom cristão, chamado Juan Sánchez, possuía as férteis terras de Soropo, situadas a quatro ou cinco léguas de Ganare. A ele se uniram para trabalhar a terra e tratar do gado dois colonizadores: Juan Sibrián e Bartolomé Sánchez.
Descansando de uma longa viagem em certo dia, do ano de 1651, o Cacique dos Coromotos, acompanhado de sua mulher e filhos, eis que lhes aparece uma formosíssima Senhora de incomparável beleza, que trazia em seus braços um preciosíssimo Menino, caminhando sobre as cristalinas águas da corrente.
Maravilhados, contemplam a majestosa Dama; esta lhes sorri amorosamente e fala ao Cacique em sua própria língua, dizendo-lhe que ali fora procurar água para colocar sobre a cabeça e assim poder subir aos céus.
Estas palavras foram ditas com tal unção e força que comoveram o coração do Cacique. Ele se dispôs a cumprir os desejos de tão encantadora Senhora…
No mês de novembro do citado ano, Juan Sánchez passava perto daquela região seguindo a estrada denominada “Cauro”, quando ia em viagem para El Tocuyo.
A certa altura, encontra o chefe dos Coromotos, que lhe conta que uma belíssima Mulher, com uma criancinha formosa havia-lhe aparecido pedindo-lhe que fosse ao local onde moravam os brancos para buscar água para molhar sua cabeça, antes de ir para o céu.
E acrescentou o Cacique que tanto ele como todos os de sua tribo estavam dispostos a atender os desejos de tão excelsa senhora.
Juan Sánchez, gratamente surpreendido pelo relato do índio, disse-lhe que estava indo de viagem para um povoado chamado El Tocuyo. A oito dias estaria de volta. Quando retornou, Juan Sánchezjuntou-se aos Coromotos. Toda tribo partiu com o espanhol.
Seguindo as indicações de Juan Sánchez, a caravana se deteve no ângulo formado pela confluência dos rios Tucupido e Guanaguanare, num lugar que foi chamado de Coromoto. Juan Sánchez foi imediatamente à vila do Espírito Santo de Guanaguanare e avisou as autoridades sobre o ocorrido.
Os alcaides Dom Baltazar Rivero De Losada e Dom Salvador Serrada Centeno, que governavam a Vila, dispuseram que os índios permanecessem em Coromoto e ofereceram-lhes Juan Sánchez para demarcar terras para seus trabalhos e para doutriná-los nos rudimentos da religião cristã.
O abnegado espanhol cumpriu sua missão cuidadosamente, fazendo de tudo para tornar feliz a permanência dos índios naquela região.
Os indígenas construíram seus ranchos, receberam as terras e, contentes, ouviam as explicações doutrinárias que lhes dava o espanhol, ajudado por sua esposa e os outros dois companheiros. Este trabalho apostólico foi sendo coroado de êxito. Pouco a pouco os índios iam sendo batizados.
O Cacique, a princípio, assistia com gosto às instruções, mas começou a se desgostar e a sentir falta de seus bosques. Não mais frequentou as reuniões promovidas por Juan, não quis mais aprender a doutrina cristã e se recusou a ser batizado.
O orgulho do Cacique
No dia 8 de setembro de 1652, Juan Sánchez convidou os índios que trabalhavam em Soropo para assistirem a alguns atos religiosos que haviam sido preparados. O Cacique Coromoto recusou este convite. Ainda assim, seus companheiros honraram com humildes preces a Virgem. Isso deixou o Cacique enraivecido que fugiu para Coromoto.
A cabana do Cacique era a maior entre todas as choças indígenas, mas era pequena e pobre em comparação às casas dos espanhóis. Naquela noite se encontravam na cabana uma irmã do Cacique, chamada Isabel e seu filho, de doze anos e outras duas índias. O Cacique Coromoto chegou muito triste e calado. Imediatamente deitou-se na esteira.
Vendo o seu estado, ninguém lhe dirigiu a palavra. Passou-se um longo tempo de silêncio. O Cacique tentava dormir, mas dentro de sua memória não saía aquela Senhora.
Ouvia sua doce, contudo, outros pensamentos turvavam seu triste e melancólico caráter:
Seu orgulho humilhado pela obediência e sua desenfreada liberdade, clamava por uma completa emancipação; certa raiva interna e inexplicável lhe pintava o batismo e a vida dos branco como insuportáveis.
Em poucos minutos, a Virgem Santíssima apareceu na cabana do Cacique, em meio a invisíveis legiões de anjos que formavam seu cortejo. Dela saíam raios de luz que inundaram a choça.
Segundo o testemunho da índia Isabel a luz era tão potente que parecia a luz do sol ao meio-dia. Mas não cansava a visão daqueles que a contemplavam tão grande maravilha.
O Cacique reconheceu a mesma bela mulher que, meses antes, contemplara sobre as águas. O índio pensava, provavelmente, que a Senhora viera reprovar seu comportamento. Passados alguns segundos, o Cacique rompeu o silêncio e dirigindo-se à Senhora disse enfurecido: Até quando irás me perseguir?”
Estas palavras impensadas e desrespeitosas mortificaram a esposa do Cacique, que o consolou: “Não fales assim com a bela mulher. Não tenhas tanto mal em teu coração”.
O Cacique, encolerizou-se e não pôde mais suportar a presença da Divina Senhora que permanecia à porta dirigindo-lhe um olhar tão terno e carinhoso, capaz de comover o coração mais duro.
Desesperado, o Cacique saca de um arco com uma flecha e chegando ao auge de sua loucura ameaça matá-la. Nesse instante, a Excelsa Senhora entra na choça, sorridente e serena, aproxima-se dele que lança o arco contra o chão.
O Cacique tenta abraçar a Senhora que desaparece, deixando a cabana iluminada apenas pela luz do fogão.
Fora de si e mudo de terror, ele ficou alguns minutos imóvel, com os braços estendidos e entrelaçados, na mesma posição em que estavam quando tentara agarrar a Virgem. Ele tinha uma mão aberta e a outra fechada, que apertava o máximo. Ele sentia que a bela mulher a havia fechado.
Cheio de temor, o índio disse à sua mulher: “Aqui a tenho!”. As mulheres disseram em coro: “Mostre-nos”. O Cacique abriu a sua mão e os quatro indígenas reconheceram ser aquela uma imagem e acreditaram que era a “Bela Mulher”.
Quando o índio abriu a mão, a pequena imagem lançou raios luminosos que causaram grande esplendor. O Cacique começou a suar frio. Com a mesma fúria de antes, envolve a milagrosa imagem em uma folha e a esconde no teto de palha de sua casa dizendo: “Aí tu te queimarás, para que me deixes”.
O destino da Imagem
O indiozinho, que interiormente desaprovava a torpe conduta do tio, prestou bem atenção no esconderijo da imagem e resolveu avisar Juan Sánchez sobre o que ocorrera.
Escapou da casa por volta da meia-noite em direção a Soropo, enfrentando com coragem todos os riscos. Ao chegar, todos dormiam. Ele sentou-se à beira da porta e esperou o amanhecer.
A esposa de Juan Sánchez, ao abrir a porta de sua casa na madrugada do domingo, surpreendeu-se ao ver o menino. Ele contou-lhe tudo que havia acontecido. A mulher chamou o marido. Juan sorriu e não deu crédito ao relato do indiozinho, que repetiu sua história veementemente: “Podem ir a Coromoto agora mesmo e vocês irão comprovar o que digo”.
Bartolomé Sánchez, Juan Sibrián, Juan Sánchez e o indiozinho se puseram sem demora a caminho de Coromoto.
Quando chegaram perto do povoado os três espanhóis se esconderam a três quadras da casa. O menino se encarregou de ir à choça do tio apanhar
a imagem.
Felizmente, o Cacique e as duas mulheres estavam fora da casa. Sem que ninguém o visse, o menino entrou na casa. Com o coração em júbilo pegou a imagem e a levou para Juan que, ao recebê-la, sentiu profunda emoção.
Na imagem reconhecera a efígie de Maria Santíssima, a Mãe de Deus. Com muito respeito a colocou em um relicário de prata que costumava carregar.
Retornando à sua casa em Soropo, Juan Sánchez colocou a pequena imagem, que já começava a ser chamada de Nossa Senhora de Coromoto, em um altarzinho, alumiando-a com uma vela de cera escura.
Esta humilde luminária ardeu dia e noite, sem consumir-se desde as doze horas da noite de domingo até à tarde de terça-feira. Este fato foi declarado milagroso, pois o pedaço de vela deveria arder, no máximo, uma meia hora.
Terça-feira, à tarde, Juan Sánchez foi à Vila de Guanaguanare (Guanare) onde revelou ao Padre Dom Diego Lozano, tudo quanto sabia sobre a imagem. Mas este não lhe deu crédito, dizendo que aquela estampa deveria ser obra de algum viajante.
Juan Sánchez, sem se lastimar por isso, regressou feliz a Soropo, pois comprara o necessário para manter uma lamparina acesa diante da imagem, que ficou em sua casa até primeiro de fevereiro de 1654, isto é, um ano e quatro meses.
No dia 9 de setembro, domingo, o Cacique resolveu ir aos montes com alguns índios. Mal entrou no bosque foi mordido por uma cobra.
Vendo-se mortalmente ferido e reconhecendo no acontecimento um castigo do céu pela sua péssima conduta com relação à Senhora, começou a se arrepender, pedindo em altos gritos que lhe administrassem o Batismo.
A casa de Juan Sánchez se transformou num pequeno santuário. Para aí acorreu toda a população de Guanare atraída pelos milagres, graças e favores que eram alcançados por intercessão de Nossa Senhora de Coromoto.
No dia primero de fevereiro de 1654 a imagem foi trasladada solenemente para a igreja de Guanare por ordem do pároco Diego de Lozano. A devoção popular foi crescendoespantosamente até a coroação pontifícia em 1952.
A força histórica do fato coromotano repousa principalmente no testemunho do povo. Uma tradição jamais interrompida.
Na década dos anos 20, houve um evidente ressurgir do movimento coromotano, mas não se pode dizer que tenha sido o ressurgir de algo morto, pois desde sua aparição até os nossos dias, o povo da Venezuela jamais deixou de peregrinar a Guanare para honrar sua padroeira.
Atualmente pode-se afirmar que não existe um só templo católico venezuelano que não possua uma imagem de Nossa Senhora de Coromoto, sempre amada e homenageada pelos fiéis.
*   *   *



Fonte; Conheça seu anjo; EDT. Nova Cultural.
Fonte; Anjos cabalísticos; EDT. Companhia dos anjos.
Fonte; O livro dos anjos; EDT; Duetto.
Fonte; Salmos e anjos; EDT. Alto Astral.
Fale comigo; jacintavs1@gmail.com



domingo, 8 de fevereiro de 2015

Anjo do dia 08/02- Lehahiah- Deus que perdoa. 22/04- 04/07-15/09- 27/11-


Missão; E o que vc trás de outras vidas; Oferece a concórdia e a paz. Concede qualidades de espirito conciliante, sinceridade, prestatividade, benevolência e dons artísticos ou mediúnicos. Planeta correspondente; Saturno. Hora que seu Anjo visita á terra; 11h00ás11h19. Salmo. 130. Versículo. 5. Numero da sorte.7. Dia da semana. sexta-feira. Cor da vela para orações de seu Anjo. Verde. O cristal favorável para á sua proteção é o Ônix. Incenso favorável para as suas orações. Alecrim. Nome do anjo em letras hebraicas; lamed/ he/ he/ yod/ he. Nome do anjo em numeros. 12/ 5/ 5/ 10/5. Carta favorável no taro. A roda da fortuna. Mês da mudança favorável. Outubro. Esse Anjo  exerce domínio sobre o Congo. Este anjo protege as pessoas coradas pelo amor Divino e mantem a harmonia, a paz e a inteligencia.  Quem nasce sob esta influencia, será célebre por seus talentos e ações. Pacificar inspirado, pessoa do bem, terá a simpatia de todos, porque adora resolver problemas, sempre aconselhando e apoiando. Sua aura de confiança, atrairá as pessoas influentes que convidarão para trabalhar. Será um bom trabalhador, rendendo mais em cargos de comando. Sua atitudes serão firmes, com altos princípios morais, bondade e hospitalidade, mas pode sofrer decepções quando as pessoas não correspondem ás suas expectativas. Deverá sempre aprofundar-se em todos os assuntos que lhe interessam, caso contrario, correrá o risco de acomodar-se ou ter sempre conhecimento superficial sobre tudo. Profundamente emocional, transfere aos filhos o amor recebido dos pais. Poderá ser um mecenas das artes, principalmente da musica, pois apesar de seu talento musical, dificilmente será praticante. Terá  dons paranormais armazenados no inconsciente, que poderão ser liberados na pratica na telepatia e clarividência. Limpeza perfeita será uma de suas preocupações, pois sabe que os miasmas, negativos ficam impregnados na sujeira ou objetos quebrados. Para que a vida transcorra sem grandes obstáculos é necessários que tudo esteja em ordem, nada em deterioração. 

 A Roda da Fortuna (A Roda do Destino)
O Arcano dos Ciclos e da Natureza caída
Compilação de 
Constantino K. Riemma
A Roda da Fortuna no Tarot de Marseille-Camoin
Sobre o aro de uma roda de seis raios, suspensa no ar por um suporte, seguram-se três animais estranhos. O fundo é branco; o chão está cortado por listas negras. A roda se apóia sobre dois pés ou suportes paralelos; o da esquerda não chega ao eixo.
Do centro da roda saem seis raios – azuis até menos da metade e em seguida brancos – que se fixam na parte interna do aro: dois deles formam ângulo reto com o chão; os outros quatro representam um xis (ou o dez romano, número da carta, ou ainda uma cruz de Santo André).
À direita, um animal intermediário entre cachorro e lebre (com patas traseiras que não combinam com esses animais) parece subir pela roda; à esquerda, uma espécie de macaco desce de cabeça para baixo. Na parte superior, uma plataforma suporta uma figura que pode ser vista como uma esfinge coroada; três das suas patas repousam sobre a base, enquanto a pata anterior esquerda empunha uma espada desembainhada.
<--Tarô de Marselha-Camoin (1750)
Significados simbólicos
Os ciclos sucessivos na natureza e na vida humana. As fases da manifestação, o movimento de ascensão e de declínio.
A mobilidades da coisas, as Influências lunares e mercurianas.
Interpretações usuais na cartomancia
Boa sorte, louvor, honra.
Alternativas da sorte. Instabilidade.
Esperteza, presença de espírito que não deixa escapar as boas oportunidades. Iniciativa feliz, adivinhação de ordem prática, sorte. Êxito casual, como o ganho na loteria. Espontaneidade, disposição inventiva.
Animação, brio, bom humor.
Mental: Lógica, regularidade. Juízo equilibrado e sadio.
Emocional: Traz animação e reforça os sentimentos.
Físico: Os acontecimentos não serão estáveis, porque necessitam de uma mudança, uma evolução. Esta mudança tende a ser para melhor, no sentido do desenvolvimento.
Segurança na dúvida. Do ponto de vista da saúde: não haverá problemas circulatórios. Bons augúrios para um futuro casamento.
Sentido negativo: A transformação se fará com dificuldade, mas poderá ocorrer quando fizer falta. É preciso modificar desde o princípio, partir de outras bases. Descuido.
Especulação, jogo, abandono ao azar.
Insegurança. Imprevisão, caráter boêmio, pouca seriedade.
Situação instável: ganhos e perdas. Aventuras, riscos. Diminuição da sorte.
A Roda da Fortuna no Tarot Visconti-Sforza
Tarô Visconti Sforza
1450 (restaurado)
História e iconografia
Uma das alegorias mais antigas e populares, a imagem que reproduz o Arcano X causa uma impressão estranha ao observador contemporâneo. Isto se deve ao fato de que nos últimos séculos a iconografia do tema tornou-se puramente verbal: qualquer um entende o conceito de “roda do destino”, mas dificilmente se faz dela uma representação visual. Desde a antigüidade clássica, contudo, até o Renascimento, foi justamente o contrário que aconteceu.  Em vários textos romanos descreve-se o Destino como uma mulher cega, louca e insensível, que atravessa a multidão caminhando sobre uma pedra redonda (para simbolizar a sua instabilidade); a roda aparece com freqüência nos sarcófagos, como evidente alusão ao caráter cíclico da vida.
Até o final do primeiro milênio não se encontram outros exemplos valiosos sobre o tema, mas depois de uns séculos ele ressurge com total esplendor. É na sua plenitude iconográfica que o reencontramos a partir de meados do século XIII em rosetas de várias catedrais góticas (Amiens, Trento, Lausanne) e de numerosas igrejas: pequenas figuras, representando os momentos e estados da vida, que sobem e descem pelos raios de uma roda.
L'Hortus deliciarum e a Roda da Sorte
Roda da Fortuna numa gravura de 1165
Ilustração no livro Hortus Deliciarum (Jardim das Delícias)
Um exemplo muito antigo pode ser visto no Hortus deliciarum, de Herrade de Landsberg, abadessa do claustro de Santa Odília (Estrasburgo), morta em 1195. Nesta imagem completa, como em muitas posteriores, quatro personagens que aparecem representados como reis, são movidos pela roda que é manejada pelo Destino ou Fortuna em pessoa.
As legendas que acompanham os personagens não deixam dúvida sobre o significado da alegoria: Spes, regnabo (esperança, reinarei), diz o rei ascendente da esquerda; Gaudium, regno! (Alegria, reino!), exclama o que se encontra sobre a plataforma superior; Timor, regnavi... (Temor, reinava...)murmura o da direita, que desce de cabeça para baixo; enquanto que o quarto, que foi atirado da roda e jaz na terra, aceita a evidência da sua condição: Dolor, sum sine regno (Dor, estou sem reino).
É evidente que,  numa leitura alegórica,  os quatro personagens não passam de apenas um, submetido às variações do destino.
A Roda da Fortuna no Tarot de Oswald Wirth
Tarô de Oswald Wirth
O simbolismo deste personagem quatro-em-um refere-se também às fases da lua e às idades do homem (infância, juventude, maturidade, velhice).
A substituição dos reis por animais ou monstros é um pouco mais tardia (século XIV, ou final do XIII), mas a idéia que este arcano simboliza é certamente mais antiga que a civilização ocidental.
No livro de Ezequiel, diz Wirth, encontra-se a explicação transparente do Arcano X. No plano simbólico, segundo esse autor, muitos dados podem ser extraídos do simbolismo geral da roda. “Refere-se em última instância à decomposição da ordem do mundo em duas estruturas essenciais e distintas: o movimento rotatório e a imobilidade; a circunferência da roda e seu centro, imagem do 'motor imóvel' aristotélico”.
O aspecto solar e zodiacal do simbolismo da roda a relaciona sem dúvida com o conceito dos ciclos (o dia, as estações, a vida do homem), ou seja, daquele que nasce para morrer, mas que também morre para ressuscitar.
René Guénon afirma que a roda é símbolo de origem céltica e assinala seu parentesco com as flores emblemáticas (rosa no Ocidente, lótus no Oriente), com as rosetas das catedrais góticas e, em geral, com as figuras mandálicas. No taoismo aparece como metáfora do processo ascendente-descendente (evolução e involução, progresso espiritual e regressão).




















Como entendo a história de Ezequiel.


S38


Leia mais sobre Exílio babilônico Ezequiel
O livro de Ezequiel precisa ser lido no contexto histórico em que foi escrito. Ezequiel, filho de uma família sacerdotal, viveu por volta de 600 anos antes de Cristo e sofreu o exílio em Babilônia, a partir de 593. Para os profetas, o exílio em Babilônia é uma punição divina, por causa da infidelidade do povo. Eles constantemente proclamam oráculos contra os dirigentes, contra a religião praticada no Templo, contra todo o povo, numa tentativa desesperada de evitar a punição amarga de Yahweh. Os profetas recebiam a mensagem de Deus e tinham a tarefa de comunicá-la a todo o reino de Judá. Não era uma missão fácil, pois os ouvidos estavam fechados a esses homens de fé. Junto com Ezequiel devemos inserir também Jeremias. Os dois, embora vivendo experiências diversas, são contemporâneos.

No capítulo 21, Ezequiel anuncia a devastação de Judá provocada pela Babilônia. É eminente a invasão de Nabucodonosor. A leitura que o profeta faz, já exilado (foi levado para Babilônia antes da destruição definitiva do templo de Jerusalém acontecida 587a.C.), é que é a mão de Deus que está agindo. É claro que a linguagem usada por Ezequiel nos espanta: "a espada está afiada e polida! Afiada para executar na matança". Todavia essa imagem plástica não é aquela que deve prevalecer na nossa interpretação. Deve predominar a certeza que a história é permeada pela presença divina.

Todavia a mensagem de Ezequiel não é de pessimismo. Primeiro de tudo a experiência do exílio é um período de prova (veja versículo 18). Se continuamos a leitura do livro, sobretudo os capítulos 33-39, vemos claramente a esperança do profeta num futuro melhor e esta promessa é feita ao povo exilado, culminado na visão do novo estatuto político de Israel, com a comunidade restabelecida na Palestina. E tudo isso efetivamente acontecerá em seguida ao crescimento do império Persa, que conquista a Babilônia e deixa os israelitas voltarem à Terra Prometida.

De acordo com a Bíblia hebraicaEzequiel (em hebraico: יְחֶזְקֵאל, transl. Y'khizqelAFI[jəħ.ezˈqel]), "O poder de Deus ", de חזק, khazaq,AFI[kħaˈzaq], "força", e אל, elAFI[ʔel], "Deus"), foi um sacerdote que profetizou por 22 anos durante o século VI a.C., através de visões que teve durante o exílio da Babilônia, tal como registrado no Livro de Ezequiel.
cristianismo vê Ezequiel como um profeta, e o judaismo considera o seu livro como parte de seu cânone, considerando-o o terceiro dosprincipais profetas. O islamismo fala de um profeta chamado Dhul-Kifl, que costuma ser associado com Ezequiel.
Ezequiel, era um sacerdote1 que foi chamado para profetizar durante o Exílio do povo judeu na Babilônia, tendo exercido sua atividade entre os anos 593 a 571 AC1 . Diz-se que fundou uma escola de profetas e que ensinava a Lei à beira do Rio Quebar2 que corta a cidade deBabilônia.
São curiosas as visões que o profeta teve sobre a glória de Deus e os sinais que aconteceram em sua própria vida demonstrando que as ações de Deus são fortes e marcantes. Ezequiel perdeu a sua esposa como sinal da queda de Jerusalém.
A comunidade, em meio à qual ele vivia, acreditava que em breve tudo voltaria a ser como antes, para seus contemporâneos o projeto de Deus era mero sistema que lhe dava segurança. Ezequiel, no entanto, sabe que o sistema passado estava agonizando de maneira irrecuperável, pois Jerusalém seria destruída.
Segundo ele, a sociedade sofria de doença crônica e incurável, pois havia abandonado o projeto de Javé em troca de uma vida luxuosa e fascinante. Por isso, Ezequiel vê o próprio Deus deixando o Templo (11:22-24) e largando os rebeldes ao bel-prazer dos amantes.
Isso era causa de sofrimento para o profeta, mas não de desânimo e desespero. Para ele, o futuro seria de ressurreição (caps. 36-37) e novidade radical. Com sua linguagem simbólica, Ezequiel indicava os passos para a construção do mundo novo:
  • Assumir a responsabilidade pelo fracasso histórico de um sistema que se corrompeu completamente, provocando a ruína de toda a nação.
  • Compreender que a simples reforma de um sistema corrompido não gera nenhuma sociedade nova; apenas reanima o velho sistema que, cedo ou tarde, acabará sempre nos mesmos vícios.
  • Converter-se a Javé, assumindo o seu projeto; e, a partir daí, construir uma sociedade justa e fraterna, voltada para a liberdade e a vida.
Com esse programa profético, vislumbrava-se um futuro novo: Deus voltaria para o meio de seu povo (43:1-7), provocando o surgimento de uma sociedade radicalmente nova. Aí todos poderão participar igualmente dos bens e decisões que constroem a relação social a partir da justiça. Desse modo, todos poderão reconhecer que a partir desse dia, o nome da cidade será: Javé está aí (48:35)1 .
A doutrina deste profeta tem por núcleo a renovação interior: é preciso criar para si um coração novo e um espírito novo (18:31); ou ainda, o próprio Deus dará "outro" coração, um coração "novo", e infudirá no homem um espírito "novo" (11:19; 36:26)3 .
Uma curiosidade sobre Ezequiel é que ele e o profeta Daniel são os únicos além de Jesus que foram chamados de filho do homem.
Ezequiel dá origem à corrente apocalíptica, suas grandiosas visões antecipam as de Daniel e as do autor de Apocalipse3 .













Fonte; Conheça seu anjo. EDT. Nova Cultural
Fonte;  Anjos Cabalisticos. EDT. Companhia dos Anjos.
Fonte. O livro dos anjos. EDT. Duetto.
Fonte; Salmos e anjos. EDT. Alto Astral.
Fonte; Wikipédia enciclopédia livre.
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sábado, 7 de fevereiro de 2015

Anjo do dia 07/ 02- Iehuiah- Deus que conhece e sabe tudo. 21/04- 03/07- 14/09- 26/11-





Missão; E tudo o que vc trás de outras vidas; Desvenda inimigos e atrai a concórdia. Imprime qualidades de carisma, de estima, de benevolência. de atenção, de reserva, de constância, de força, de fé, e de poder de decisão. Planeta correspondente. Lua. Hora que seu anjo visita á terra. 10h40ás10h59. Salmo. 33. versículo. 11. Dia apropriado para orações do seu anjo 03/02  21/04  02/07  12/09  23/11. Vela Verde. Incenso Alecrim. Nome do anjo em letras hebraicas; yod/ he/ vau/ he. Nome do Anjo em numeros. 10/ 5/ 6/ 10/ 5. Esse anjo protege a Grécia. Catarta do taro o Ermitão. Mês da mudança positiva para sua vida profissional/pessoal. Setembro. Este anjo ajuda a conhecer as pessoas que prejudicam seus semelhantes, através da traição e a destruir os projetos maldosos dos invejosos. Protege os nobres e os coroados de luz. Quem nasce sob essa influencia, será considerado um arquiteto das obras de Deus. Defensor do mundo Angelical, sua luta, será sempre defender o bem. Compreensivo, simpático, amoroso, será muito bem relacionado e terá conhecimento de todos. Saberá controlar seu mundo inferior, adaptando-se á realidade e não permitindo que as ilusões sobressaiam. Corajoso, lutará para desenvolver suas tendencias superiores,  que são do maior grau de elevação.,será uma criatura.essencialmente benéfica a seus semelhantes, aumentando-lhes a luz, através de boas ações. Lutará para que  as pessoas fiquem ignorantes, contribuindo com aulas ou recursos financeiros para a boa causa. Amigo fiel, deverá ser cauteloso na escolha do cônjuge, pois necessita de um lar tranquilo para demonstrar sempre uma personalidade equilibrada. Por seu altíssimo poder de concentração, maturidade, bom senso, equilíbrio e firmeza. 



Carta do Dia: O EREMITA

     EremitaNeste domingo, enquanto fazia minha caminhada tendo o prazer de ver o sol nascer e o céu, qual caleidoscópio trocando de cores rapidamente, aproveitei, como sempre  faço, para meditar sobre o meu momento atual. Gosto de fazer esse tipo de meditação dinâmica, pois creio que a razão conduzindo meus movimentos, minha coordenação motora cuidando para que eu não tropece, não perca o ritmo da caminhada, respire fundo e coordenadamente, acaba liberando o outro hemisfério do meu cérebro para que eu possa mais facilmente permitir que as imagens venham e possam ser contempladas, sem grandes julgamentos, sem me ater muito a elas. Entre muitos e rápidos pensamentos que perpassaram me cérebro durante aquela hora do amanhecer, um deles trouxe consigo algumas respostas para questões que, ainda que eu não as tivesse formalmente formulado, precisava ouvi-las, ou melhor, senti-las neste momento da minha vida.
     Sempre gostei de “tirar um tempo” para mim. Costumava, desde adolescente, fazer o que na época chamávamos de retiro espiritual. Não pensávamos naquilo como um mergulho em nós mesmos, mas simplesmente um tempo em que passávamos tentando nos silenciar, aparentando uma seriedade e expressões taciturnas que não combinavam com o dinamismo que a nossa idade impunha. Entretanto voltávamos desses retiros mais calmos, menos briguentos, mais atenciosos, e provavelmente um pouco mais espiritualizados.
     Com aquelas imagens brotando da memória, além da saudade daquele tempo e das amizades feitas então, fiquei pensando como isso tornou-se um hábito em minha vida. Algo que faço de maneira quase que automática, sem grandes rituais, tão costumeiro e simples quanto escovar os dentes, fazer a barba, tomar banho, cortar as unhas. Eu diria que, no meu caso, é higiênico, salutar, benéfico e imprescindível. É absolutamente prazeroso, para mim, permitir-me momentos maiores ou menores de isolamento para poder refletir nas minhas questões pessoais. Não necessariamente preciso isolar-me num local deserto, nem parar de trabalhar ou de estar com os amigos. Necessito apenas de algum tempo exclusivo para mim. Isolar-me do ritmo que eu mesmo me imponho, do nível de exposição que eu mesmo me permito, da necessidade de estar sempre produzindo para justificar não sei o que. E talvez seja esse “não sei o que” que eu vá buscar, dentro de mim, ao ficar sozinho comigo mesmo.
     Ouvi uma vez, de um cliente, que ele detestava estar só consigo mesmo. Que precisava sempre de muito movimento ao seu redor e que quando, porventura tivesse que ficar por algum tempo mais isolado, ligava a TV, falava ao telefone até com pessoas para quem nunca pensara em telefonar, tudo para preencher o tempo. Dizia ele que tinha horror a ficar entregue a si próprio. Temia descobrir-se como alguém que ele desconhecesse, que fosse totalmente diferente da imagem que ele havia construído dele para uso pessoal e como máscara para enfrentar o mundo. Lastimável, penso eu, pois ele acabou perdendo grandes oportunidades de remontar seu próprio quebra-cabeça, elucidar-se sobre si mesmo e sobre as questões que pudessem lhe ser importantes.
     O Eremita, Arcano Maior de número IX do tarot, é uma lâmina que simboliza esse intervalo de tempo que dedicamos a nós mesmos, buscando respostas para os nossos mais profundos questionamentos. É o tempo, muitas vezes necessário, que precisamos nos conceder após alguma perda. Uma morte de um ente querido ou o fim de uma grande história de amor merece considerações especiais. Há um tempo de luto, e cobrir-se de luto quer dizer abster-se  da claridade exterior e de seus apelos para encararmos aquele momento como o fim de mais um ciclo natural da vida. Compreender a aceitar. Rememorar lembranças felizes, perdoar erros cometidos e ser agradecido pela oportunidade de ter experimentado essas emoções todas, vivenciado todo o seu ciclo, sepultá-las e seguir em frente.
     Qual é o sentido da vida? Por que determinadas coisas acontecem comigo? Quem sou eu? Quando estamos vivendo o Eremita nos fazemos perguntas que não têm respostas claras, precisas ou pré-determinadas. Nós precisamos de liberdade, de espaço e independência para podermos descobrir nossas próprias respostas e termos a clareza mental necessária para nos aprofundarmos em busca das nossas próprias verdades, sejam elas espirituais, filosóficas ou de âmbito social. Essas são perguntas difíceis, especialmente por se referirem ao significado que os eventos, as casualidades, os golpes de sorte,  as coisas enfim que vivemos no dia a dia e que nos leva a crer que há uma conexão entre o nosso “eu” e aquilo que enfrentamos. Isso pode ser um processo, muitas vezes, doloroso pois somos forçados a admitir que que não podemos transferir a culpa do que nos acontece aos outros, exatamente por haver essa conexão nos ligando intimamente aos eventos. E frequentemente repetimos os mesmos padrões, fazendo com que as mesmas situações voltem a se repetir, possivelmente com pequenas variações.
     O sábio é aquele que possui uma luz própria. As figuras representativas do Eremita, em quase todos os tarots, mostra um ancião (tempo, prudência, paciência), coberto por um manto (introspecção, estado meditativo), apoiado num cajado (experiências anteriores, a maturidade) e portando uma lanterna (a luz da verdade, a luz da ração, a pesquisa em busca do auto-conhecimento), parado num local deserto (sozinho consigo mesmo e liberto das ilusões).  Em nossa vida, ele representa o nosso lado mais secreto e a nossa necessidade de procurarmos em nós mesmos as respostas que muitas vezes buscamos nos outros. É tempo de nos afastarmos um pouco da sociedade ( e isso não significa abandonar tudo e isola-se no alto de uma montanha) e interrogar a nossa alma, procurando saber o que ela precisa e o que já sabe e possui.
     Quando aparece numa jogada de tarot, dependendo da sua posição e das demais cartas à sua volta, além da questão aventada pelo consulente, o Eremita pode significar que é chegado o momento de refletirmos cuidadosamente antes de fazer uma escolha, sem precipitações e medindo as consequências dos nossos atos, inclusive como ele irá se refletir nas demais pessoas envolvidas ou não. É um aviso de que devemos parar ( o Eremita é representado por um velho, portanto é uma das cartas mais “lentas” do tarot), analisar os padrões de comportamento, as emoções e os sentimentos, desculpando-nos, e aos outros, por erros cometidos e aguardar até que a resposta surja, límpida feito um cristal, de dentro de nós. É aguardar para ver como vai ficar. Essa carta é sempre uma sugestão para que reavaliemos o passado para que possamos compreender o presente e prosseguir no futuro. Por ser uma figura de aspeto bem idoso, pode significar a possibilidade de ser ajudado, ou buscar ajuda, com pais, parentes mais velhos, amigos mais idosos, professores, juízes, psicólogos, geriatras, filósofos, conselheiros e mestres espirituais. Recomenda manter uma atitude de prudência, de cautela, de austeridade, humildade e lucidez. Pode ser indicativo da necessidade de se guardar, ou revelar, um segredo, mas isso sempre de maneira muito consciente. Lembra-nos de que é preciso ser paciente, solícito, atencioso e compreensivo para com os outros, auxiliando-os com a nossa experiência e saber.
   09-Major-Hermit   Muitos associam a figura bíblica de Moisés ao Eremita, pois guiou seu povo pelo deserto ( o deserto da vida) para a terra prometida ( o paraíso espiritual). Na Árvore da Vida cabalística o Eremita encontra-se no 20º caminho, ligando Tipharet, que significa “beleza” e representa o equilíbrio, a Chesed, que simboliza a misericórdia, o estado de graça. O Eremita volta, assim, as costas para o que muito do que o mundo tem a oferecer e parte em busca da sua integridade. Conscientizando-se do que busca, é hora de estender a mão ao próximo. É usar de sua luz, de sua lanterna, de seu conhecimento para iluminar o caminho daqueles que ainda estão escalando a montanha.
     A Lua, em sua fase crescente, no signo de Virgem, pode ser traduzida como um bom momento para nos renovarmos através de uma análise mental bem detalhada. Organizar idéias e pensamentos, refletir sobre questões e estar aberto a ouvir a sua voz interior está na pauta do dia. Procure ficar mais reservado, ou pelos menos, tire algumas horas para estar sozinho, seja no seu quarto, seja caminhando pelas ruas ou mesmo passeando por uma praça ou jardim. Reflita calma e tranquilamente sobre os seus sentimentos e só então tome atitudes, desde que ponderadas, razoáveis e sensíveis.
     Aproveitem bem o domingo e tenham todos um ótimo início de semana.


A LUTA espiritual: Nosso Senhor ensina Santa Faustina… (e a todo o mundo)





Nosso Senhor instrui Santa Faustina Kowalska de tal modo que parece estar a instruir toda a Humanidade; tomemos para nós mesmos esta mensagem que, a princípio, era de Nosso Senhor para a Santa.
“Minha filha, quero instruir-te sobre a luta espiritual. Nunca confies em ti, mas entrega-te inteiramente à Minha Vontade.
No abandono, nas trevas e nas diversas dúvidas, recorre a Mim e ao teu diretor. Ele te responderá sempre em Meu nome. Não principies disputa com nenhuma tentação. Encerra-te logo no meu coração e na primeira oportunidade abre-te diante do confessor.
Coloca o amor-próprio em último lugar, para que não macules as tuas ações. Com grande paciência suporta-te a ti mesma. Não descuides das mortificações interiores. Justifica sempre em ti o ponto de vista das Superioras e do confessor.
Foge dos que murmuram como da peste. Deixa que todos procedam como lhes aprouver; tu, procede como estou exigindo de ti.
Observa a regra o mais fielmente o possível. Tendo experimentado dissabores, pensa o que poderias fazer de bom para a pessoa que te fez sofrer. Evita a dissipação. Cala-te quando
te repreenderem.
Não peças opinião de todos, mas do teu diretor: diante dele sê sincera e simples como uma criança. Não desanimes com a ingratidão. Não investigues curiosamente os caminhos pelos quais
te conduzo.
Quando o enfado e o desânimo baterem à porta do teu coração, foge-te de ti mesma e esconde-te no Meu Coração. Não tenhas medo da luta. A própria coragem muitas vezes afasta as tentações, que não ousam então nos acometer.
Luta sempre com profunda convicção de que eu estou contigo. Não te guies pelos sentimento, porque ele nem sempre está em seu poder, mas todo o mérito está contido na vontade.
Nas mínimas coisas, sê sempre dependente das Superioras. Não te iludo com a perspectiva de paz e de consolos, mas prepara-te antes para grandes lutas.
Ficas sabendo que estás atualmente em cena e que a Terra e o Céu todo olham para ti. Luta como um cavaleiro, para que Eu possa te recompensar. Não temas demasiadamente, porque não
estás sozinha.”
*   *   *
Fonte: Diário de Santa Faustina Kowalska.



Fonte; Conheça seu Anjo; EDT. Nova Cultural.
Fonte; Anjos Cabalisticos; EDT. Companhia dos Anjos.
Fonte; Salmos e Anjos; EDT. Alto Astral.
Fonte; O livro dos Anjos; EDT. Duetto.
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